terça-feira, 30 de novembro de 2010

memories leave my heart

«Não ajas como se não me conhecesses. Ainda sou eu, eu não mudei..»

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

domingo, 28 de novembro de 2010

Já não me lembrava de sonhar contigo. Esta noite os sonhos voltaram, foi estranho! Parecia tão real.. Vi-te ao longe, e, de repente já nos estávamos a tocar, já estavas ali ao pé de mim. Os nossos olhos fixados um no outro, as nossas mãos dadas como se de ímanes se tratassem, não haviam palavras, não haviam vozes, tanto eu como tu não dissemos uma palavra que fosse, o silêncio ali sentia-se mas nós conhecia-mo-nos como ninguém, tu sabias bem que movias cada fibra do meu organismo e eu sabia bem que também não te era indiferente. Não sei explicar como porque os sonhos são mesmo assim as coisas acontecem mas nem todas se interligam e por isso, é que se tornam tão estranhos e confusos, já noutro local com pessoas estranhas, uma confusão imensa e barulhos ensurdecedores, sinto os teus braços entrelaçados nos meus, soltou-se um abraço. Foi tão apertado, foi tão forte, foi tão cheio de pormenor, parecia tão real.. Mas sabes o que foi ainda mais estranho? Apesar de todo aquele barulho e agitação, nós os dois mantivemos o nosso silencio. Torna-se dificil para mim explicar, porque como já disse as coisas não interligam umas nas outras e nem eu própria me lembro como lá fomos parar outra vez, onde estivamos de mãos dados e fixados um no outro, mas desta vez lembro-me que me passavas a mão na face enquanto nos beijávamos, um beijo longo ou curto já não me consigo recordar, mas senti-o como se tudo isto não passa-se de um sonho. Parecia tão real.. Já não sei onde, ouvi alguém a chamar pelo teu nome, não vi quem era mas também não reconheci a voz e quando dei por mim já só tínhamos os nossos dedos indicadores agarrados como se nos tivessem a arrancar, mas mesmo assim mantivemos o nosso silencio. E a voz continuava.. entretanto acordei! O nosso forte era o silencio. Na verdade este sonho até teve algum nexo, retratou o nosso estado porque na verdade agora o nosso forte é o silencio. Deixamos de usar demasiadas palavras, gastas palavras, escusadas palavras. Se fiquei com saudades ou se as consegui matar? Muito sinceramente não sei, mas também não me vou preocupar em saber. Mexeu comigo e talvez por isso tenha necessitado de escrever. Até já ou até um dia outra vez nos meus sonhos, ou não. Vou continuar a minha vida, segura, calma, alegre, tranquila e contente.

"Um dia destes vamos vaguear pelas ruas, sentar num banco de jardim e conversar até cessarem as palavras. E nós, como nos sentimos à vontade um com o outro, conseguiremos estar sentados lado a lado sem dizer absolutamente nada. Mas promete-me que guardas silêncio…"

terça-feira, 23 de novembro de 2010

longe, cada vez mais longe


Será que com o tempo te vais esquecer do formato das minhas mãos, do meu sorriso, do meu formato facial, do meu cabelo, do meu olhar? Tu não me vês, não me ouves, não me tocas. Com o tempo tu até podes deixar de me conhecer, podes deixar de te lembrar de mim. Podes! Tu podes-me esquecer e deixar-me aqui, só, agarrada a ti. Podes, sim! E eu tenho medo.

‎Best friends just won't leave your side

 
OBRIGADO

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

matas-me


"Mal consigo dormir. Não sei é por estar com a cabeça a andar a mil à hora ou se é pelo medo que me consume. Não sei se é por ouvir os barulhos da noite ou se é por estar cheia de frio. Desprotegida… talvez não saibas como é sentir-se assim, visto que estás incessantemente a ser consolado e a angústia do vazio não deve gostar de ir para esses teus lados. Por favor, protege-me, para que eu consiga fechar os olhos e sentir-me despreocupada caso passes pelos meus sonhos. Só preciso que seja curto e intenso, mas protege-me. Preciso do teu ombro para me consolar, mesmo que no final do dia partas para a tua constante felicidade mas… deixa-me pecar só mais uma vez. Eu preciso de dormir!"

ontem, estive á tua espera

domingo, 21 de novembro de 2010

tired

04:13h, 21/11/2010



Abro os olhos com esforço e, imediatamente, reconheço que não estou em casa. Analiso as duas pernas debaixo do tecido quente e aperto os olhos com dor. Estou cansada e detenho um sono maior do que eu. A claridade tardia trás consigo vozes conhecidas e eu, até ai feliz, abro muito os olhos para a janela ao meu lado e sinto o peito diminuir com a saudade. O tempo está a passar muito lentamente, e tu continuas igualzinho. Não existe vento que te leve e antes existe-se. E hoje estou mesmo cansada. Hoje estou cansada porque sou eu que não me consigo desligar de ti, porque as saudades estão a matar-me, porque o meu corpo (ás vezes) ainda te procura e deseja muito, porque o meu coração não sabe desligar-se de ti e antes o meu coração soubesse. Hoje largava tudo, largava tudo o que carrego e cometia uma loucura! Podia ser que o cansaço não me consumi-se o corpo e a alma. Hoje, podíamos fazer assim, encontrava-mo-nos, mas eu não digo quem sou e tu não dizes quem és. Vamos fazer assim mas não vamos contar a ninguém. Nem a nós próprios. Vamos apenas deliciar-nos com o momento. Não precisamos de saber quando medimos nem a roupa que trazemos, a luz tem que estar apagada. Não te esqueças que só podes vir tu.Tens de vir, podes até fingir que não sabes o meu nome e inventares um nome todo fofinho. Ah! Tens de dizer que mesmo no escuro estou linda, que um dia por muito tarde que seja me vais amar como eu hoje te amo a ti. Vamos fazer assim, eu arrumo o quarto mas não posso meter velas, ia estragar o nosso sítio. Tem que ser tudo como o teu amor é por mim. Mas vá, vamos fazer assim e depois vais embora. Mas não podemos contar a ninguém. Ninguém precisa de saber que dois conhecidos se vão desconhecer por uma noite. Ninguém precisa de saber que vai ser só uma noite. Nem nós. Espera, nós, (ou eu) até podemos acreditar que vão ser todas as noites. Que mesmo no escuro nos vamos reconhecer sempre. Vá, lembra-te que ao entrares não vale espreitar por a luz que vem de fora, vem já com os olhos fechados da rua e não estragues isto que é tão bom. Vamos fazer assim vens tu e não te esqueças que podes falar, podes comunicar comigo. Não é preciso desconhecermo-nos a 100%. Mas vamos é inventar uma regra, vamos mentir. Vamos dizer que somos solteiros temos 25 anos, temos emprego e vivemos sozinhos. Vamos mentir. Não vamos chorar nem tu me vais fazer chorar com a realidade. Depois vais-me mentir, agarrar-te a mim, fazer-me promessas, todas relacionadas com a mentira e o prazer, depois vamos falar, mas não de nós, porque não nos podemos conhecer de verdade. Vamos falar daquilo que queríamos ser e do mundo como gostaríamos que fosse. Não vale ligar os candeeiros. Depois, também podes deixar uma folha escrita, no escuro, para eu ficar a conhecer a forma das tuas mãos. Não deixes nada claro, não quero conhecer a tua mente.Não precisas de ligar aos teus pais e dizer que vais chegar atrasado e eu não preciso de ligar a ninguém também. Se for preciso mentir, mente. Mas não digas que vens aqui. A única coisa que sabes de mim é a minha morada. E não podes saber mais nada. Vá vamos fazer assim. Tu não me conheces, eu não te conheço. E depois, se, amanhã passar por ti na rua, vamo-nos cumprimentar e continuar a nossa vida.  Não precisamos de mentir um ao outro e dizer que o nosso amor pesa o mesmo na balança. Porque não pesa. O meu vai pesar sempre mais que o teu. Por isso na vida que nos conhecemos vamos fazer apenas isto, não vamos mentir. Vamos ser verdadeiros para que o sol que me ilumina de dia, - e não de noite quando os nossos corpos conhecidos se desconhecem, -me ilumine sempre. E eu nunca precisar de candeeiros acesos. Vá vamos fazer assim, mas shiu não contes a ninguém. Let's go!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

bestfriend

Sentimento relativo negativo privado,
situado num Mundo fechado em castidade,
graduado sem medalhas com batalhas mentais,falhas
vocais.


(...)

Prisão domiciliária mas apenas temporaria,
porque eu saio de precária para ver o que se passa,
faça o que eu fizer ou disser nada muda a desgraça,
é o destino que se traça numa vida que fracassa,
s´a vida é um jogo eu jogo com fair-play,
vivo sem cozinheira o piteu é take-away,
não há reuniões nem horários em refeições,
nem discussões de familia em frente a televisões,
na rua a poção é fumarem e beberem,
nocção de diversão como pais antes de o serem,
boatos querem alvos mas erram na pontaria,
miséria que é companhia na terra da chibaria,
mentalidade juvenil,mas sem estilo,
mantenham em sigilo,o elixir a alfavil,
só quero tar informado com vontade de saber mais,
criticado por não ser criticado pelos reais.


Juventude mostrem a coragem,
façam o futuro à vossa imagem,
porque a censura faz homenagem,
como quer,quando quer,como quer.



(...)







É exactamente daqueles que mais nos amam que saltam as críticas mais duras. São eles que nos conhecem, que esperam sempre o melhor de nós, quanto mais não seja pelo amor que nos têm ... tenho muitas saudades tuas, volta anjinho! Love you ♥

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

do you remember?



«quem me dera que se eu te segredasse ao ouvido tu sonhasses comigo.»
 Bons sonhos..
"Eu quero lá saber que não tenha notícias tuas. Vou continuar tranquila e calma, no meu lugar. Estou-me nas tintas se continuas a sorrir e sem pensar em mim. Porque sabes? Eu sei que em algum momento da tua vida fui eu quem esteve sentada do teu lado e foi em mim que tu pensaste durante noites na tua cama. Eu quero lá saber que não queiras saber de mim e que te esqueças do meu nome. Porque sabes também? Eu sei que um dia ambos quisemos os dois saber um do outro e que esquecermo-nos não estava correcto. Eu sei bem que já ocupei lugar na tua vida e tu já ocupaste lugar na minha. Nunca com o mesmo peso. E talvez fosse esse o meu erro. Não jogar com o mesmo ás de espadas que tu. Mas sabes? Também quero lá saber que hoje ainda pense em ti. Um dia vai passar e eu sei que um dia também pensaste em mim e me desejaste da mesma forma, como desejei de ti. Não vais mudar isso. E não negues. Eu quero lá saber que tu queiras lá saber de mim. Sabes? Um dia quem vai mandar no jogo sujo que fazes é aqui a dama que mesmo não sendo palha ganha dois pontos. Tu ganhas onze. És o às. Mas um dia quem vai ganhar é aqui a dama. Tu vais mudar de camisola. Eu vou continuar a somar números pares. Vê lá, nem nisso somos iguais. Tu és ímpar e eu sou par. Mas sabes porque também me estou nas tintas? Porque um dia, e não foi há muito tempo atrás, não quiseste saber que as nossas cartas não se juntavam no mesmo baralho. Um dia fizeste batota para vir ter comigo. E isso conforta-me. E põe-me nas tintas também. Um dia vou-te esquecer mas para já vou continuar a desejar-te. Sabe-me bem sabes? E eu quero lá saber que nem saibas que a minha cama só me aceita quando penso em ti, eu quero lá saber que nem saibas que passo os dias a imaginar-te a ti e à tua flor. Quero lá saber. Porque sabes? Um dia eu sei que quiseste lá saber do resto e só quiseste saber de mim. Um dia eu sei que só quiseste mudar e subornar o rei para seres par também. Um dia eu sei. Um dia eu sei que quiseste fazer parte do meu baralho, assim da mesma forma que eu quis fazer parte do teu. E por isso quero lá saber. Quero lá saber, porque um dia aqui a dama vai conseguir somar onze pontos às costas – não ao coração – e agora quem irá reinar não é o onze nem a tua camisola suja, sou eu. A pequenina de número par e dois pontos que um dia a amaste tanto como ela te amou a ti."

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

amanhã retomo a rotina

Hoje. Esqueci-a o que aconteceu, esquecia o mal que causamos um ao outro, esquecia as palavras mal ou bem ditas, esquecia os gestos indelicados, esquecia o rancor que guardo todos os dias, esqueci-a quem está do teu lado agora! Esqueci-me, por hoje..
vamos fechar-nos ás chaves, só por hoje








terça-feira, 16 de novembro de 2010

penúria





Parece que o tempo parou desde que descobri a verdade: o meu falecimento, a minha sepultura feita das tuas mentiras, o meu coração enterrado juntamente com o teu corpo. Pena ter-me esquecido de enviar junto, pelos vistos, as memórias e as lembranças.
Isto tudo parece um daqueles pesadelos que ninguém compreende, em que quanto mais se tenta correr, mais se abranda, e quanto mais se tenta gritar, mais a voz se abafa – e eu só queria correr para longe de ti, gritar-te para saíres de vez da minha mente, do meu mundo já há muito desmoronado, aliás, desejava nunca ter-te conhecido, assim, nunca teria provado o sabor bem amargo da traição, do engano, da força descomunal da violenta mentira, como se fosse uma chapada na minha cara: mais uma desilusão. Odeio esses olhos maravilhosos, profundos, que tanto me hipnotizaram; odeio esse sorriso gracioso, que tanto me convidara a ficar; odeio a tua pistola apontada ao meu coração, pronta para disparar a cada momento; odeio o teu corpo de escultura digna de um Miguel Ângelo, de um verdadeiro deus de Ébano; odeio o teu jeito próprio de quando me beijavas e a forma tão única de me tocares; Odeio-te por que nunca me amaste; caso contrário não tinhas destruído tudo o que até então tinhas conseguido: a edificação da nossa casa com alicerces tão seguros, contudo sem tecto, mas com um chão bem assente, constituído por várias camadas de betão, onde sobrevivíamos unidos deitados na minha cama, que te elegeu Senhor dos meus lençóis, porém com apenas duas janelas, para deixar a luz entrar e quatro paredes para nos abrigar do vento forte das tempestades; mas tu cismaste em querer uma porta, e aí começaram as invasões e as partidas. Destruíste tudo: deixou de haver chão forte, paredes fixas e até quiseste comprar umas cortinas para as janelas – ficou tudo tão escuro, que ainda hoje não mo permitem sair deste limbo.
Consegues mexer com cada fibra do meu corpo, manipular cada hormona do meu organismo, fazer-me gritar enfurecida, sentir o meu sistema nervoso entrar em erupção. Porquê que continuas a ter este feito em mim? Raios!
Cuspo-te um grande odeio-te na cara para percebes este grande rancor que guardo dentro de mim, que nunca te irei perdoar, nem te irei dar a mão para te levantar quando estiveres num buraco bem fundo, na penúria que é, no fundo, a tristeza desta vida tão difícil. E aí vais ver o que eu estou a sentir neste momento, vais provar o sabor amargo deste buraco fundo onde me encontro. Não me levantas, andas de mãos dadas com outra enquanto eu cá estou caída, mas há-de chegar a tua vez! Oh… Ilusão desamarra-me dos teus troncos e deixa-me partir. Quero deixar de ser escrava deste amor que me enlouquece, que não me merece, que me auto destrói por completo. Deixa-me voltar a ver, a absorver a luz.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

um dia vais dizer ...

"amo-te" e vais ouvir "eu já te esqueci"

parabéns

Ganha vergonha na cara, deixa de ser falso e assume os teus erros! Cometi muitos mas sei assumi-los, e tu menino "bonito" que dizes não ser falso com ninguém preferes dizer que eu ponho toda a gente contra ti e que sou falsa perante todos, aprende a assumir os teus erros e a reconhecer o tão sem coração que foste. És horrível, és escuro e o meu sentimento por ti a cada dia que passa desvanece! E desde já te dou os parabéns pelo óptimo actor que foste..

domingo, 7 de novembro de 2010

sei lá

perdi a vontade de escrever para ti e sobre ti

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

disparei e acabei com isto tudo de vez!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

is written on the lines of fate: I'll never let you die

Eu estou presa, com os meus pensamentos em ti, na tua memória?
Todas as músicas me lembram de como costumávamos ser!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

vou deixar de me preocupar

Eu sei que parti e me pediste muito para ficar. Era impossível ficar, tu sabes disso! Ou se calhar não saibas, eu já não sei o que tu sabes ou não. Eu não consegui ficar, nem mesmo agora que as saudades são muitas e a tua falta é imensa eu não conseguiria ficar. Foi de todo muito grave aquilo que aconteceu! Eu sei, eu sei que não deveria ter agido daquela maneira, dizer-te as piores palavras sem as sentir. Quer dizer, naquele momento parecia que as sentia mesmo, foi uma dor enorme, foi o maior desespero. Eu não estava a contar com isto de ti, não estava e ainda hoje me custa acreditar! Mas foi uma fracção de minutos em que as senti porque por muito que eu me queira afastar de ti, por muito que eu não queira gostar de ti, tu és e serás para sempre o dono deste músculo central que me faz manter "viva", por muito mal que me possas ter causado e por todo o bem que me causaste. Ouve, eu não te peço o nosso mundo de volta porque eu não quero isso, agora não. Só quero que saibas que tenho tido muito frio e sonho que me visitasses e aquecesses, que pegasses na minha mão e me dissesses que eu não estou só, que estás sempre do meu lado e que um dia damos certo. Apesar de nos termos falado nestes dias, não sei nada de ti, não sei o que sentes em relação a tudo, não sei se te é indiferente ou não. Mas já consigui tirar as minhas próprias conclusões porque "para bom entendedor meia palavra, basta."