terça-feira, 12 de outubro de 2010
que eu mais tu sejamos para sempre nós
Eu sou apaixonada e gosto de o ser. O amor para mim tornou-se uma base, um apoio, um refúgio para onde fujo todos os dias na esperança de encontrar algo melhor, algo que me faça crer na felicidade. Eu amo amar, amo amar quem amo, amo todos os sentimentos, ou melhor, todos os subsentimentos do amor. Como a loucura, prazer, vício, fogo, carinho, liberdade de expressão e de escrever, tanta coisa. Também sofro, também me correm lágrimas por vezes, também sou ciumenta louca e precipitada. Mas é isto que nos continua a dar esta relação formidável, cheia de discussões, porrada e olhares maldosos que explodem em beijos apaixonados e prazer infinito. O amor é o que me faz viver. E acho que toda a gente precisa dele, de certa forma. É algo que nos faz mais humanos e loucos até. Passamos a dar mais valor ao interior e não ao exterior, descobrimos sentimentos nunca antes vividos e sentimos a felicidade, mesmo que seja apenas uma palavra formidavelmente bonita e acessível a todos, porque todos a temos, não por completo. Acho que a única vez que fui feliz totalmente foi na infância. Agora que (acho que) estou a crescer, tenho sempre medo por alguma coisa, nunca nada está perfeito. Mas pelo que ouço e vejo é assim com todos. Todos nós sofremos de uma revolta qualquer e que nenhum afirma: "Sou totalmente feliz." A partir dos 12 começam as nossas hormonas a saltitar e á procura de novos amores, aliás, paixões. E acho que são necessárias para depois quando encontrarmos a tal pessoa, a tal alma-gémea compará-la a todas as paixões do passado de modo a torná-la fantasticamente única e preciosa. Fazer dessa tal pessoa um ídolo, um herói e um fiel amigo. Acho que só comecei a amar há sensivelmente dois anos atrás, da forma mais louca que já vi. As memórias são minhas e dele e não quero partilhá-las com ninguém. Acho que é demasiado sagrado para o meu coração. Agora sinto-me viva e humana, porque amo.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário